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Os alunos não entraram no Zéo, devido terem encontrado o portão que dá acesso ao pátio e, consequentemente, às salas de aula, fechado. Foi preciso professores e funcionários intervirem para que o gesto grotesco e ousado dos alunos do Dubas não chegasse a ser efetivado. Até um policial foi chamado para dar apoio e inibir o grupo. Um funcionário recebeu a missão de levar a aluna Amanda, até à sua residência, no Bairro Sol Nascente, temendo que a aluna fosse espancada no percurso (da Escola Zéo Fernandes ao Sol Nascente).
Da Redação
